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Um edital publicado nesta segunda-feira, 7, no Diário Oficial da União, trouxe uma boa notícia para a indústria carbonífera. Um leilão de energia A-6 foi previsto para dezembro deste ano e o carvão mineral volta a estar entre os candidatos nas usinas termelétricas previstas (biomassa, carvão e gás natural em ciclo combinado).
Diferente dos últimos leilões, esse deverá ser A-6, ou seja, com prazo de entrega da energia em seis anos (janeiro de 2023). “A ABCM recebe com satisfação essa notícia. O fato do carvão estar considerado no leilão de energia nova é muito importante, pois havia um sinal do governo, via BNDS, que o governo não queria o carvão. Algo que o ministro de Minas e sua equipe não pensavam, sempre disseram que queriam energia de baixo custo e competitiva”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral, Fernando Zancan.
Mesmo com a boa notícia, o setor terá que se mobilizar para conseguir projetos a carvão, num prazo de aproximadamente um mês. A Usitesc, projeto catarinense que já possui as licenças necessárias, volta a ser uma boa alternativa. “Para ter sucesso precisamos de definir as condições de financiamento e que haja uma definição de preço compatível com a tecnologia que usaremos. Precisamos conversar com o BNDS, pois existem restrições para financiamento do carvão que precisam ser revistas. A Usitesc terá uma nova oportunidade de participar do leilão, o que para Santa Catarina é vital, já que precisamos começar a renovação do parque termelétrico para manter o nível de produção de carvão da região”, explica Zancan.
Visita do ministro foi decisiva
No fim de julho o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, visitou Criciúma, onde conheceu de perto o ciclo produtivo do carvão e as novas tecnologias desenvolvidas. Na oportunidade o ministro afirmou que o governo não tem interesse em descartar o mineral e que o considera uma importante fonte de energia para a segurança energética do país.
“Nesse momento a visita do ministro foi muito importante para o setor, pois ele viu a importância econômica e social do carvão para o Sul do Brasil. Com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) sinalizando tecnicamente a necessidade de modernização do parque termelétrico (PDE 2026), temos as condições de voltar a discutir o carvão com o governo federal, inclusive com o BNDS. Por isso será importante um outro passo, que é a portaria interministerial que o ministro prometeu, para fazer a política industrial do carvão”, ressalta o presidente da ABCM.

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Um edital publicado nesta segunda-feira, 7, no Diário Oficial da União, trouxe uma boa notícia para a indústria carbonífera. Um leilão de energia A-6 foi previsto para dezembro deste ano e o carvão mineral volta a estar entre os candidatos nas usinas termelétricas previstas (biomassa, carvão e gás natural em ciclo combinado).
Diferente dos últimos leilões, esse deverá ser A-6, ou seja, com prazo de entrega da energia em seis anos (janeiro de 2023). “A ABCM recebe com satisfação essa notícia. O fato do carvão estar considerado no leilão de energia nova é muito importante, pois havia um sinal do governo, via BNDS, que o governo não queria o carvão. Algo que o ministro de Minas e sua equipe não pensavam, sempre disseram que queriam energia de baixo custo e competitiva”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral, Fernando Zancan.
Mesmo com a boa notícia, o setor terá que se mobilizar para conseguir projetos a carvão, num prazo de aproximadamente um mês. A Usitesc, projeto catarinense que já possui as licenças necessárias, volta a ser uma boa alternativa. “Para ter sucesso precisamos de definir as condições de financiamento e que haja uma definição de preço compatível com a tecnologia que usaremos. Precisamos conversar com o BNDS, pois existem restrições para financiamento do carvão que precisam ser revistas. A Usitesc terá uma nova oportunidade de participar do leilão, o que para Santa Catarina é vital, já que precisamos começar a renovação do parque termelétrico para manter o nível de produção de carvão da região”, explica Zancan.
Visita do ministro foi decisiva
No fim de julho o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, visitou Criciúma, onde conheceu de perto o ciclo produtivo do carvão e as novas tecnologias desenvolvidas. Na oportunidade o ministro afirmou que o governo não tem interesse em descartar o mineral e que o considera uma importante fonte de energia para a segurança energética do país.
“Nesse momento a visita do ministro foi muito importante para o setor, pois ele viu a importância econômica e social do carvão para o Sul do Brasil. Com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) sinalizando tecnicamente a necessidade de modernização do parque termelétrico (PDE 2026), temos as condições de voltar a discutir o carvão com o governo federal, inclusive com o BNDS. Por isso será importante um outro passo, que é a portaria interministerial que o ministro prometeu, para fazer a política industrial do carvão”, ressalta o presidente da ABCM.

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Indústria carbonífera reacende esperança com novo leilão de energia

15/08/2017

Lucas Jorge - Assessoria de Imprensa Siecesc

Um edital publicado nesta segunda-feira, 7, no Diário Oficial da União, trouxe uma boa notícia para a indústria carbonífera. Um leilão de energia A-6 foi previsto para dezembro deste ano e o carvão mineral volta a estar entre os candidatos nas usinas termelétricas previstas (biomassa, carvão e gás natural em ciclo combinado).
Diferente dos últimos leilões, esse deverá ser A-6, ou seja, com prazo de entrega da energia em seis anos (janeiro de 2023). “A ABCM recebe com satisfação essa notícia. O fato do carvão estar considerado no leilão de energia nova é muito importante, pois havia um sinal do governo, via BNDS, que o governo não queria o carvão. Algo que o ministro de Minas e sua equipe não pensavam, sempre disseram que queriam energia de baixo custo e competitiva”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral, Fernando Zancan.
Mesmo com a boa notícia, o setor terá que se mobilizar para conseguir projetos a carvão, num prazo de aproximadamente um mês. A Usitesc, projeto catarinense que já possui as licenças necessárias, volta a ser uma boa alternativa. “Para ter sucesso precisamos de definir as condições de financiamento e que haja uma definição de preço compatível com a tecnologia que usaremos. Precisamos conversar com o BNDS, pois existem restrições para financiamento do carvão que precisam ser revistas. A Usitesc terá uma nova oportunidade de participar do leilão, o que para Santa Catarina é vital, já que precisamos começar a renovação do parque termelétrico para manter o nível de produção de carvão da região”, explica Zancan.
Visita do ministro foi decisiva
No fim de julho o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, visitou Criciúma, onde conheceu de perto o ciclo produtivo do carvão e as novas tecnologias desenvolvidas. Na oportunidade o ministro afirmou que o governo não tem interesse em descartar o mineral e que o considera uma importante fonte de energia para a segurança energética do país.
“Nesse momento a visita do ministro foi muito importante para o setor, pois ele viu a importância econômica e social do carvão para o Sul do Brasil. Com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) sinalizando tecnicamente a necessidade de modernização do parque termelétrico (PDE 2026), temos as condições de voltar a discutir o carvão com o governo federal, inclusive com o BNDS. Por isso será importante um outro passo, que é a portaria interministerial que o ministro prometeu, para fazer a política industrial do carvão”, ressalta o presidente da ABCM.

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