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A missão gaúcha que chegou ao Japão nesse domingo tem sua primeira agenda na manhã desta segunda-feira (noite de domingo no Brasil). A pauta será o carvão mineral. A comitiva do Rio Grande do Sul visitará a Usina de Hitachinaka, a cerca de duas horas de Tóquio. As conversas girarão em torno da solução para um potencial investimento de US$ 2 bilhões.

 

Na usina japonesa, é utilizada a tecnologia Ultra Super Crítica que prevê aplicação de altas temperaturas e pressão para aumentar a eficiência e diminuir a emissão de gás carbônico de térmicas a carvão. O carvão extraído da região do Baixo Jacuí tem condições de suportar essa tecnologia, logo, a região tem condições de sediar uma sina de alta eficiência.

Agora serão discutidos detalhes técnicos e burocráticos e aprofundar uma relação iniciada em 2015, quando empresários japoneses estiveram em Porto Alegre. Caso saia do papel, o investimento será na casa dos US$ 2 bilhões, além da geração de milhares de empregos, conforme estimativa do governo.

 

"Podemos ter a presença forte de viabilizar tecnologias que venham ajudar nosso Estado", projetou Sartori. Cálculo inicial do governo aponta que a eventual futura usina poderia produzir até 25% da energia consumida no Rio Grande do Sul. "Produzimos mais de 90% do carvão brasileiro", lembrou o governador - nem todo ele, porém, abriga o uso da tecnologia japonesa.

 

Seria um plano a médio prazo, já que para a usina termelétrica ser instalada, é necessária a autorização do Ministério de Minas e Energia, seguido de um leilão. O plano é poder iniciar os trabalhos dela entre 2020 e 2021. Ainda assim há um certo otimismo. "O interessante desta viagem é que se encontram dois fatores. Nós temos trabalhos para prospectar investimentos no exterior, enquanto os japoneses têm a cultura de investir fora do seu país", afirmou o secretário de Desenvolvimento, Márcio Biolchi.

 

Ainda nesta segunda-feira, o governador e os secretários se reúnem com o IHI Corporation. Na pauta, a utilização de tecnologias da empresa no setor de energia e sua operação no Brasil. À tarde, o grupo se encontrará com a NEDO e a TEPCO para tratar da modernização das usinas a carvão. À noite, a comitiva participa de um jantar de cortesia com executivos da Toyota. A empresa de carros possui um Centro de Distribuição localizado em Guaíba. A princípio sem envolver futuros investimentos, o objetivo é fortalecer o bom relacionamento com os empresários.

 

Depois de viajar por quase 40 horas entre o Brasil e o Japão, a delegação chegou a Tóquio no fim da tarde deste domingo (manhã no Brasil). As agendas se estenderão até quinta-feira. O governador José Ivo Sartori terá, pelo menos, 11 reuniões com empresários, bancos e representantes diplomáticos.

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A missão gaúcha que chegou ao Japão nesse domingo tem sua primeira agenda na manhã desta segunda-feira (noite de domingo no Brasil). A pauta será o carvão mineral. A comitiva do Rio Grande do Sul visitará a Usina de Hitachinaka, a cerca de duas horas de Tóquio. As conversas girarão em torno da solução para um potencial investimento de US$ 2 bilhões.

 

Na usina japonesa, é utilizada a tecnologia Ultra Super Crítica que prevê aplicação de altas temperaturas e pressão para aumentar a eficiência e diminuir a emissão de gás carbônico de térmicas a carvão. O carvão extraído da região do Baixo Jacuí tem condições de suportar essa tecnologia, logo, a região tem condições de sediar uma sina de alta eficiência.

Agora serão discutidos detalhes técnicos e burocráticos e aprofundar uma relação iniciada em 2015, quando empresários japoneses estiveram em Porto Alegre. Caso saia do papel, o investimento será na casa dos US$ 2 bilhões, além da geração de milhares de empregos, conforme estimativa do governo.

 

"Podemos ter a presença forte de viabilizar tecnologias que venham ajudar nosso Estado", projetou Sartori. Cálculo inicial do governo aponta que a eventual futura usina poderia produzir até 25% da energia consumida no Rio Grande do Sul. "Produzimos mais de 90% do carvão brasileiro", lembrou o governador - nem todo ele, porém, abriga o uso da tecnologia japonesa.

 

Seria um plano a médio prazo, já que para a usina termelétrica ser instalada, é necessária a autorização do Ministério de Minas e Energia, seguido de um leilão. O plano é poder iniciar os trabalhos dela entre 2020 e 2021. Ainda assim há um certo otimismo. "O interessante desta viagem é que se encontram dois fatores. Nós temos trabalhos para prospectar investimentos no exterior, enquanto os japoneses têm a cultura de investir fora do seu país", afirmou o secretário de Desenvolvimento, Márcio Biolchi.

 

Ainda nesta segunda-feira, o governador e os secretários se reúnem com o IHI Corporation. Na pauta, a utilização de tecnologias da empresa no setor de energia e sua operação no Brasil. À tarde, o grupo se encontrará com a NEDO e a TEPCO para tratar da modernização das usinas a carvão. À noite, a comitiva participa de um jantar de cortesia com executivos da Toyota. A empresa de carros possui um Centro de Distribuição localizado em Guaíba. A princípio sem envolver futuros investimentos, o objetivo é fortalecer o bom relacionamento com os empresários.

 

Depois de viajar por quase 40 horas entre o Brasil e o Japão, a delegação chegou a Tóquio no fim da tarde deste domingo (manhã no Brasil). As agendas se estenderão até quinta-feira. O governador José Ivo Sartori terá, pelo menos, 11 reuniões com empresários, bancos e representantes diplomáticos.

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Carvão será o tema principal do primeiro dia da comitiva no Japão

04/06/2017

Tiago Medina / Enviado Especial

A missão gaúcha que chegou ao Japão nesse domingo tem sua primeira agenda na manhã desta segunda-feira (noite de domingo no Brasil). A pauta será o carvão mineral. A comitiva do Rio Grande do Sul visitará a Usina de Hitachinaka, a cerca de duas horas de Tóquio. As conversas girarão em torno da solução para um potencial investimento de US$ 2 bilhões.

 

Na usina japonesa, é utilizada a tecnologia Ultra Super Crítica que prevê aplicação de altas temperaturas e pressão para aumentar a eficiência e diminuir a emissão de gás carbônico de térmicas a carvão. O carvão extraído da região do Baixo Jacuí tem condições de suportar essa tecnologia, logo, a região tem condições de sediar uma sina de alta eficiência.

Agora serão discutidos detalhes técnicos e burocráticos e aprofundar uma relação iniciada em 2015, quando empresários japoneses estiveram em Porto Alegre. Caso saia do papel, o investimento será na casa dos US$ 2 bilhões, além da geração de milhares de empregos, conforme estimativa do governo.

 

"Podemos ter a presença forte de viabilizar tecnologias que venham ajudar nosso Estado", projetou Sartori. Cálculo inicial do governo aponta que a eventual futura usina poderia produzir até 25% da energia consumida no Rio Grande do Sul. "Produzimos mais de 90% do carvão brasileiro", lembrou o governador - nem todo ele, porém, abriga o uso da tecnologia japonesa.

 

Seria um plano a médio prazo, já que para a usina termelétrica ser instalada, é necessária a autorização do Ministério de Minas e Energia, seguido de um leilão. O plano é poder iniciar os trabalhos dela entre 2020 e 2021. Ainda assim há um certo otimismo. "O interessante desta viagem é que se encontram dois fatores. Nós temos trabalhos para prospectar investimentos no exterior, enquanto os japoneses têm a cultura de investir fora do seu país", afirmou o secretário de Desenvolvimento, Márcio Biolchi.

 

Ainda nesta segunda-feira, o governador e os secretários se reúnem com o IHI Corporation. Na pauta, a utilização de tecnologias da empresa no setor de energia e sua operação no Brasil. À tarde, o grupo se encontrará com a NEDO e a TEPCO para tratar da modernização das usinas a carvão. À noite, a comitiva participa de um jantar de cortesia com executivos da Toyota. A empresa de carros possui um Centro de Distribuição localizado em Guaíba. A princípio sem envolver futuros investimentos, o objetivo é fortalecer o bom relacionamento com os empresários.

 

Depois de viajar por quase 40 horas entre o Brasil e o Japão, a delegação chegou a Tóquio no fim da tarde deste domingo (manhã no Brasil). As agendas se estenderão até quinta-feira. O governador José Ivo Sartori terá, pelo menos, 11 reuniões com empresários, bancos e representantes diplomáticos.

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